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	<title>Arrotos Culturais</title>
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		<title>Arrotos Culturais</title>
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		<title>Os Três Porquinhos de Paul W.S. Anderson</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Dumas]]></category>
		<category><![CDATA[Os Três Mosqueteiros]]></category>
		<category><![CDATA[Paul W. S. Anderson]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2012/01/three-musketeers.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4030" title="(" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2012/01/three-musketeers.jpg?w=584&#038;h=390" alt="" width="584" height="390" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Pobre daquele que confundir Paul W. S. Anderson com Paul Thomas Anderson, o mesmo que trocar vinho por água poluída. W.S. Anderson é o diretor do último Os Três Mosqueteiros, inspirado no romance de Alexandre Dumas. Contudo, do genial autor francês, sobraram apenas o titulo de uma fracassada tentativa de modernização, equivalente à realizada por Guy Hitchie na série Sherlock Holmes.</p>
<p style="text-align:justify;">A atual falta de criatividade despertou uma latente necessidade de refilmagens de literaturas ou mesmo filmes clássicos na tentativa de atrair uma massa saudosista, apaixonada pelo passado de heróis como Robin Hood, Sherlock Holmes e D&#8217;Artagnan. Talvez esse espirito medieval seja uma resposta à overdose de heróis quadrinhescos que saltam de todos os cantos para as telas de cinema.</p>
<p style="text-align:justify;">Seria perda de tempo destacar que o filme de W.S. Anderson usa fórmulas desgastadas em um roteiro pobre, fato evidente na construção dos três mosqueteiros, um forte, outro astuto e outro sentimental, just it! Porthos e Aramis são rascunhos de personagens, coadjuvantes de Athos e do teenager D&#8217;Artagnan, jovem que brada pela França até esbarrar na dama de companhia da rainha.</p>
<p style="text-align:justify;">O rei francês afeminado e o cardeal Richelieu (o Pink e o Cérebro) são sombras dos personagens de Dumas. Pobre Christoph Waltz, o fenômeno de Tarantino espera recuperar o prestigio após ganhar muito dinheiro. Pobre espectador que após conferir tamanho fracasso reconhece no final aberto a vontade de construção de uma franquia que amedrontaria o próprio Dumas.</p>
<p style="text-align:justify;">Que W. S. Anderson passe longe do Conde de Monte Cristo ou qualquer história clássica mesmo que a adaptação seja de Os Três Porquinhos!</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/4029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/4029/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=4029&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Melhores do Ano (2011)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 19:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores do Ano]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>

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		<description><![CDATA[Como de costume ao final do ano (disputando lado a lado com a São Silvestre) divulgo a lista com as produções que atormentaram essa pobre alma no período. Tal exercício serve como lembrança e também indicação aos amigos que ainda lamentam a &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/12/31/melhores-do-ano-2011/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3981&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Como de costume ao final do ano (disputando lado a lado com a São Silvestre) divulgo a lista com as produções que atormentaram essa pobre alma no período. Tal exercício serve como lembrança e também indicação aos amigos que ainda lamentam a falta de tempo e/ou acesso cultural as mídias aqui apresentadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mfilme11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3982" title="mfilme11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mfilme11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>MELANCHOLIA &#8211; LARS VON TRIER</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O retorno triunfal e não menos polêmico do diretor dinamarquês foi cercado de confusão  após declarações controversas no último Festival de Cannes. Nada, porém, afasta a maestria dessa obra, construção dividida em duas etapas impactantes. Duas irmãs, posições distintas, destinos ameaçados por um planeta chamado Melancholia. Ao final o choque e o já conhecido tapa na cara do espectador.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mdiretor11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3984" title="mdiretor11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mdiretor11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NICOLAS WINDING REFN &#8211; DRIVE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Drive teve a direção nórdica de Nicolas Winding Refn em um estilo noir difícil de ser construído. Categorias técnicas como fotografia, trilha e edição se destacam e acompanham um personagem misterioso, sempre refletido no espelho retrovisor do carro. O personagem de Ryan Gosling não tem a força de um Travis Bickle apesar de executar com primor sua missão. Drive ultrapassa o gênero de ação/suspense pela estilo peculiar adotado. Agora é acompanhar a carreira de Nicolas em Hollywood para saber o quão autoral ele permanecerá.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mroteiro11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3986" title="mroteiro11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mroteiro11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PEDRO ALMODÓVAR &#8211; A PELE QUE HABITO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pedro Almodóvar parecia batido após a realização de Abraços Partidos. A escolha em adaptar a novela Tarantula para o cinema não poderia ser mais adequada. Enfatizando questões de ordem sexual que sempre acompanharam as produções anteriores, A Pele que Habito é mais um devaneio criativo de Almodóvar. Destaque para a sempre impecável direção de arte e fotografia. Apesar de uma aparente falha final, o roteiro chama a atenção pela trama inusitada. Ponto para o espanhol!</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3981"></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/matriz11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3987" title="matriz11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/matriz11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>KIRSTEN DUNST &#8211; MELANCHOLIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quem conhece Kirsten Dunst apenas como a paixão de um super-herói americano se surpreenderá pela dramaticidade e profundidade de sua personagem em Melancholia. Lars Von Trier é expert em dirigir atrizes com suas técnicas particulares. Há quem não resista como o caso da islandesa Björk ou sofra um bocado como Nicole Kidman, porém todas se destacam nos filmes do dinamarquês. Não poderia ser diferente com Kirsten Dunst.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mator11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3988" title="mator11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mator11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>JAVIER BARDEN &#8211; BIUTIFUL</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Além do privilégio de ser casado com Penelope Cruz, Javier Barden sabe escolher bons papéis. Em Biutiful, o ator encara um pai de família com uma doença terminal no difícil dia-a-dia de uma Barcelona não tão bonita como a de Woody Allen. Em destaque, Barden carrega a produção para um patamar próximo aos melhores filme de Alejandro González Iñarritu.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/melenco11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3989" title="melenco11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/melenco11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>HISTÓRIAS CRUZADAS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">The Help (Histórias Cruzadas) tem o privilégio de contar com Viola Davis, Bryce Dallas Howard e Jessica Chastain em perfeita química durante todo o filme. Boas atuações em uma edição que destacou ótimas atrizes. Histórias Cruzadas é um drama bem construído que, provavelmente, não terá o devido reconhecimento por aqui pelo caráter peculiar da história centrada na dificuldade que empregadas domésticas negras enfrentavam na década de 60 nos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mfotografia11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3990" title="mfotografia11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mfotografia11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EMMANUEL LUBEZKI &#8211; ÁRVORE DA VIDA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Cercado de desconfiança e posições divergentes, a crítica não recebeu bem a Árvore da Vida de Terrence Malick apesar do prêmio máximo no último Festival de Cannes. A estranha montagem não consegue, porém, esconder a fotografia do filme, fundada na beleza da natureza e seus personagens. Diversos ângulos e enquadramentos são base poética de uma obra que, segundo as más línguas, parece um mix de cinema com Discovery Channel.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/medit11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3991" title="medit11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/medit11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>JOE BINI &#8211; PRECISAVAMOS FALAR SOBRE O KEVIN</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Joe Bini é um velho colaborador de Werner &#8220;Louco&#8221; Herzog e faz um trabalho de destaque em Precisamos Falar Sobre o Kevin, filme baseado no desenvolvimento de uma criança com tendências psicóticas. Além da ótima atuação de Tilda Swinton o filme tem destaque pela montagem que atiça a curiosidade pela contraposição entre passado, presente e futuro. Sabemos o que acontecerá, mesmo assim somos atraídos pela construção da tragédia.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mdoc11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3992" title="mdoc11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mdoc11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PINA &#8211; WIN WENDERS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A homenagem de Win Wenders à companhia de Pina Bausch ganha destaque pelo 3D mas principalmente pela visão autoral de Wenders que revela toda a admiração da companhia de dança pela mestre Pina.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mtrilha11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3993" title="mtrilha11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mtrilha11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>CLIFF MARTINEZ &#8211; DRIVE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Martinez tem papel fundamental no sucesso de Drive. A trilha-sonora é usada e abusada para construção do ritmo desacelerado e tensão característica do filme.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mefeitos11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3994" title="mefeitos11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mefeitos11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NORMAN BAILLIE &#8211; HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 2</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O gran finale da série não poderia deixar de contar com efeitos especiais sob medida. O Chroma Key convive com uma narrativa bem construída. Eis que algo inimaginável acontece &#8211; Harry Potter ganha destaque nos principais rankings cinematográficos de 2011.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/manim11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3995" title="manim11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/manim11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>RANGO &#8211; GORE VERBINSKI</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O visual estranho ajuda o camaleão Rango a superar as ameaças do deserto. Entre os personagens o Espirito do Oeste, lembrança do cowboy de Clint Eastwood nas produções de Sergio Leone. Dessa vez a fabulosa Pixar ficou pra trás ao apostar na continuação do enfadonho Carros.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mserie11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3996" title="mserie11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mserie11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>BOARDWALK EMPIRE</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A HBO teve um ano memorável com Boardwalk Empire e Game of Thrones. Parece que dinheiro não foi problema para a Home Box Office investir em cenários e figurinos deslumbrantes. Os atores não ficam atrás, liderados pelo ótimo Steve Buscemi, Boardwalk Empire tem Martin Scorsese como produtor executivo e uma narrativa centrada no período da lei seca americana, berço do nascimento de gangsters como Al Capone.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mespecial11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3997" title="mespecial11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mespecial11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>BBC PANORAMA &#8211; FIFA&#8217;S DIRTY SECRETS</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A BBC balançou o universo esportivo com as denúncias à entidade máxima de futebol. Traída pela perda da Copa do Mundo para o Qatar, a Inglaterra decidiu tornar pública diversas denúncias que tiram toda a credibilidade não só da FIFA mas de várias confederações que dela fazem parte como a CBF, responsável pela Copa de 2014 no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mcomercial11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3998" title="mcomercial11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mcomercial11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>THE FORCE &#8211; VOLKSWAGEN</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Preparado especialmente para o Super Bowl, evento norte-americano que tem a grade de anúncios mais caro do mundo, o comercial da VW consegue divertir utilizando um dos principais vilões da história do cinema.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://arrotos.com.br/2011/12/31/melhores-do-ano-2011/"><img src="http://img.youtube.com/vi/R55e-uHQna0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mshow11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3999" title="mshow11" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/mshow11.jpg?w=584&#038;h=90" alt="" width="584" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PEARL JAM &#8211; RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A turnê de 20 anos da banda norte-americana Pearl Jam desembarcou em 4 Estados brasileiros em 2011. De todos os shows realizados o mais vibrante talvez tenha acontecido no Rio de Janeiro, palco preferido por muitas atrações musicais não só pela beleza da cidade maravilhosa mas, também, pela conhecida energia carioca.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>SELEÇÃO MUNDIAL</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A Separação (IRÃ)</p>
<p style="text-align:justify;">O Garoto da Bicicleta (BÉLGICA)</p>
<p style="text-align:justify;">Headhunters (NORUEGA)</p>
<p style="text-align:justify;">Melancholia (DINAMARCA)</p>
<p style="text-align:justify;">A Pele que Habito (ESPANHA)</p>
<p style="text-align:justify;">Meia Noite em Paris (EUA)</p>
<p style="text-align:justify;">Um Conto Chinês (ARGENTINA)</p>
<p style="text-align:justify;">The Artist (FRANÇA)</p>
<p style="text-align:justify;">Era uma Vez em Anatólia (TURQUIA)</p>
<p style="text-align:justify;">O Palhaço (BRASIL)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3981/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3981/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3981&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os Galhos de Terrence Malick</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 21:55:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Arvore da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Terrence Malick]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem acompanha o trabalho do diretor Terrence Malick não estranhará a estrutura narrativa de A Árvore da Vida, baseada nos conflitos de uma família cristã norte-americana. Conhecido pela forma poética em tratar suas histórias, Malick aparece como um sujeito reservado, que desenvolve &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/08/16/os-galhos-de-terrence-malick/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3966&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/treeoflife.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3967" title="treeoflife" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/treeoflife.jpg?w=584&#038;h=328" alt="" width="584" height="328" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Quem acompanha o trabalho do diretor Terrence Malick não estranhará a estrutura narrativa de A Árvore da Vida, baseada nos conflitos de uma família cristã norte-americana. Conhecido pela forma poética em tratar suas histórias, Malick aparece como um sujeito reservado, que desenvolve um cinema calcado na beleza e no lirismo.  Em seu último filme, por vezes, a relação entre os personagens enfeita o primeiro plano, constituindo-se apenas como micro cosmo de um plano geral do qual todos fazemos parte. Perdida entre tantas citações, fadada à atritos, o grupo familiar retratado formará um pêndulo, dividido entre o amor materno e a rigidez paterna. No cerne da questão estarão os filhos, representantes de uma jornada ainda desconhecida.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3966"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Malick consegue encaixar belissímas tomadas para contar a saga da vida, percorrendo a infância de crianças que aos poucos testam diversos preceitos morais, bula de uma vida na qual os papéis parecem previamente definidos. Mesmo quando o close é o principal enquadramento, a natureza ao fundo sobra na fotografia. O verde será a principal cor enquanto o canto dos pássaros dividirá importância com as narrações em off. As tomadas em contra-plongée (de baixo para cima) parecem preocupadas com o horizonte enfatizando os passos dos personagens por um ambiente no qual é necessário olhar para todos os lados.</p>
<p style="text-align:justify;">A natureza é o elemento decisivo no comportamento dos envolvidos. Força maior, ininteligível, cercada de dualismos, habitat hostil, facilmente destruído por um meteoro. Eis a extinção dos dinossauros, espécie capaz de gesto tenro ao não devorar o outro, fraco e indefeso. Se tal animal tem tamanha capacidade, por que não uma espécie avançada como a nossa? O pai predador não deixa que seu terreno seja contestado, domando os filhos e direcionando-os para o caminho desejado. Paralelamente o filme volta-se para a gênese e evolução do universo, cercado de poeira cósmica, do choque entre a lava vulcânica e as ondas oceânicas, mas sobretudo de incompreensão, refúgio perfeito para o crescimento da religião.</p>
<p style="text-align:justify;">O cristianismo, segundo pilar do filme, é base para a história de fé do casal O´Brien e inspiração para a relação entre os filhos. As personalidades infantis podem ser associadas ao clássico confronto de Caim e Abel, cercado de ciúmes, onde Jack, o mais velho, parece prestes a trair a confiança do irmão mais novo. O temor está no futuro do jovem que, já adulto (Sean Penn), caminha perdido entre as lembranças do passado. Jack vivencia sua história como o Spider de David Cronenberg. Ao contrário do diretor canadense que volta ao passado, Malick visita o futuro corporativo, morto nos arranha-céus e seus escritórios. Será esse nosso Apocalipse? Por fim, bailamos em um encontro parecido com o encerramento do seriado Lost, local onde os personagens se encontram e confraternizam, não mais perdidos em suas existências.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostar ou não gostar não é a questão! Que a árvore de Malick gere bons frutos antes de seus galhos serem podados!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3966/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3966&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lá Vem Trier</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 21:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Lars Von Trier]]></category>
		<category><![CDATA[Melancolia]]></category>

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		<description><![CDATA[Featured Slider <a href="http://arrotos.com.br/2011/08/10/la-vem-trier/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3961&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/melan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3963" title="melan" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/melan.jpg?w=584&#038;h=353" alt="" width="584" height="353" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Após a primeira projeção internacional, no último Festival de Cannes, Melancolia perdeu lugar à repercussão provocada pelas declarações de seu diretor. Eclipse indevido para um filme dirigido por Lars Von Trier, mesmo que tal obra seja cercada de estranhamento. Talvez por referir-se à um roteiro desenvolvido durante periodo depressivo do diretor e também por ser posterior ao polêmico Anticristo, ainda vivo na memória do espectador.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3961"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Outros elementos enaltecem o caráter único de Melancolia e o principal talvez seja o fato desse residir também na categoria Sci-Fi, campo que começa a ser bem explorado por Trier.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Prólogo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Repetindo a estrutura de Anticristo, o filme é dividido em capítulos, precedidos por um prólogo de dar inveja à qualquer video-artista. O fim será o principio nas catastróficas imagens em super slow motion. Aqui o importante é degustar um ambiente trágico, ainda desconhecido. A fotografia e a trilha-sonora dialogam com o belo, no estilo que o diretor parece adotar como nova assinatura.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parte 1 – Justine ou Noiva em Fuga</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A parte “social” do filme dará enfâse ao casamento de Michael (Alexander Skarsgård) e Justine (Kirsten Dunst), moça de sentimentos duvidosos. Na cena inicial a camera tremida (Dogma 95) persegue o casal dentro da limosine que custa a curvear o terreno limitado. Eis o primeiro sinal de um mau presságio que ronda toda a cerimônia, seja no atraso acentuado dos noivos ou nas declarações maldosas de pais e familiares. Como nos demais filmes, Trier explora a  degradação dos personagens e do ambiente. A festa das aparências está fadada ao fracasso e paulatinamente Justine demonstra seu estado depressivo. O sorriso amarelo é questionado pela irmã (Charlotte Gainsbourg) e demais convidados, definitivamente uma festa cara para um humor pobre. O interior da casa, ambiente privado, é cercado de atritos e conflitos enquanto o jardim exterior, aparentemente calmo, reserva um cruel destino – Melancolia, o planeta em rota de colisão com a Terra.</p>
<p style="text-align:justify;">O roteiro faz com que nenhum personagem passe despercebido na festa, desde o organizador que se recusa a olhar para a noiva passando pelo chefe <em>workaholic</em>. Uma festa interminável e degradante onde cada ritual desata os laços anteriormente firmados por Michael e Justine.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parte 2 – Claire ou 2012</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Terminada a primeira parte eis que a depressão de Justine serve de plano de fundo para o temor de Claire – a catástrofe desmentida pela ciência,  representada por John (Kiefer Sutherland), que sequer resistirá às 24 horas. Claire tem medo de morrer enquanto John tem medo do medo da esposa, privando-a do acesso à qualquer informação que não sua razão. À mercê da situação está Justine consumida pela depressão, adormecida como a invisível translação dos planetas em rota de colisão. Enquanto Melancolia aparece como uma bela miragem, as irmãs cavalgam por um mundo em seus instantes finais. O instinto materno domina Claire que esquece o presente para lutar pelo futuro do filho. Não há o que fazer senão sentar e observar o fim.</p>
<p style="text-align:justify;">Trier destrói um mundo de hipocrisias e soberba. A extinção sobre a qual nada podemos, inevitável como a tristeza pós-moderna de Justine ou a fuga de Claire. Tecnicamente vale ressaltar que o filme parece ter sido feito para sua trilha-sonora e não o contrário e que toda mise-en-scéne segue um ritmo muito bem conduzido por Trier que como poucos sabe desenvolver a atmosfera adequada ao que pretende. O ótimo elenco e sua condução fica evidente durante a festa, Trier é especialista em extrair boas atuações de suas atrizes, sempre premiadas pelos principais festivais, inclusive àquele que sem sucesso o expulsou. Pouco adiantou, lá vem Trier em rota de colisão com os dinossauros do cinema!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3961/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3961/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3961&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Capitão Hollywood</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 21:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América]]></category>

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		<description><![CDATA[O que esperar de um filme onde o personagem título é uma propaganda ambulante? Pouco, muito pouco. Ingênuo aquele que assiste Capitão América pensando que a veia patriótica americana não pulsará do ínicio ao fim do filme de Joe Johnston. O pulso &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/08/04/capitao-hollywood/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3956&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/hollywood.jpg"><img class="size-full wp-image-3957 aligncenter" title="hollywood" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/12/hollywood.jpg?w=584&#038;h=324" alt="" width="584" height="324" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O que esperar de um filme onde o personagem título é uma propaganda ambulante? Pouco, muito pouco. Ingênuo aquele que assiste Capitão América pensando que a veia patriótica americana não pulsará do ínicio ao fim do filme de Joe Johnston. O pulso ainda pulsa, agora em 3 dimensões. Capitão América é produto da Segunda Guerra Mundial, assim como tantos outros, criados para elevar a moral norte-americana. Está registrado, é fato, o primeiro quadrinho denuncia uma chuva de socos e pontapés do América em Hitler, o então vilão. Com a morte do Fuhrer eis que ascende o caveira vermelha, uma mistura de esqueleto (He-Man) e Mun-Ha (Thundercats) agora interpretado por Hugo Weaving, eterno agente Smith. Hugo é um bom ator mas seu personagem é vazio, o eterno conquistador que está disposto a destruir tudo e todos para alcançar um objetivo que sequer o mesmo sabe qual é. Quem melhor para detê-lo senão o rato de laboratório – Capitão América!</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3956"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Como os demais super-humanos, Steve Rogers sofre um tipo de rejeição construída em base de seu biotipo esquelético. Um perdedor para o qual a América dará muita porrada mas nunca as costas, sua segunda chance residirá na poderosa ciência.  O personagem parece tão predestinado quanto o Ron Kovic de Nascido em 4 de julho. Quer ir à guerra de qualquer forma, mesmo que seja a favor da paz e contra a violência, filosofia antagônica ao seu papel na narrativa. Depois de beber a poção mágica dos Ursinhos Gummi e adquirir super poderes, o Capitão América é rejeitado pelo exército, servindo de marionete para um outro espetáculo, o de entretenimento às tropas. Quer melhor incentivo do que contar com Aquiles no campo de batalha? Pois o suicida Capitão América, assim como Rambo, sai em resgate do contingente sequestrado. Até o caveira não resiste à força do Hércules americano. Não há quem detenha os musculos e o escudo do Capitão América, enamorado pela bela oficial Peggy Carter, mulher durona mas com suas curvas sinuosas, um convite ao pecado em pleno front.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o herói rejeita qualquer benefício próprio em prol da paz mundial. Decidido, nosso capitão reune seu grupo mesclado de etnicidades no combate ao eixo do caveira. Perde o melhor amigo mas não sofre um arranhão durante toda a projeção. Quem pode com o/a América? Sequer o pai de Tony Stark que faz ponta no filme para anunciar o desejo da Marvel em reunir seus vingadores. Só não pergunte quem sofrerá tal vingança, não sobrou sequer Osama. Por fim Capitão América revela-se um filme entediante e previsível, sua sequência de combates vai contra o desenvolvimento narrativo da própria indústria de entretenimento. O espectador questiona – quando ele vai apanhar? Jamais. O homem que carrega as cores da bandeira americana não pode sofrer no seu American Way of Fight. Seria ele o melhor adversário para Anderson Silva no UFC? Que também sirva de exemplo às crianças que tem um ídolo, mesmo que musculos e um escudo pareçam muito pouco frente ao atual arsenal bélico do Tio Sam.</p>
<p style="text-align:justify;">Ultrapassado, nosso herói sofre o destino de Charlton Heston, não aquele revelado em Tiros em Columbine, mas o de Planeta dos Macacos. Onde estou? Quem é você? Sou seu empresário e precisamos dar uma repaginada no seu visual. Agora somos o inimigo. De que lado você está?</p>
<p style="text-align:justify;">Como bem definiu minha amiga Loredana ao término da sessão – um filme fraco de um cara forte!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3956/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3956/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3956&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Quando o ódio derrota o prazer do espetáculo.</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 01:04:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[O futebol. Se o mito Pelé não tivesse existido? Se Edson Arantes do Nascimento fosse sapateiro, daqueles que costuram o couro das chuteiras alvinegras dos muleques da vila? &#8220;Se&#8221;, condição de dúvida e projeção de um passado inexistente, serve para &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/06/30/quando-o-odio-derrota-o-prazer-do-espetaculo/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3944&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/06/pele.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3945" title="pele" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/06/pele.jpg?w=584&#038;h=413" alt="" width="584" height="413" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O futebol. Se o mito Pelé não tivesse existido? Se Edson Arantes do Nascimento fosse sapateiro, daqueles que costuram o couro das chuteiras alvinegras dos muleques da vila? &#8220;Se&#8221;, condição de dúvida e projeção de um passado inexistente, serve para pensarmos o quão importante é tal modalidade esportiva em nossa cultura. A mídia estufa o peito para comemorar mais uma bola na trave: &#8220;somos o país do futebol!&#8221;. Antes fosse apenas do Carnaval, preso as voluptuosas belezas do jardim do Eden, onde a maçã é exportada para alguém que possa saboriar sua acidez. Samba! Já fora o tempo no qual intervalos mensais dividiam campeonatos. Precisamos vender e a rodada de empates vencerá os anúncios de Henry Ford na banca de jornal. Futebol, trabalho, trabalho, futebol. Mesmo na época de Pelé o confronto de 11 contra 11 não ganhava tamanha projeção. 1 contra 100 valendo um milhão não tem um terço da audiência.</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3944"></span></p>
<p style="text-align:justify;">O futebol. Guerras políticas, ideológicas, sobretudo passionais. O amor ao lucro da imagem. Em um país aparentemente carente de idolos que seja escolhido o mais gordo. Não, o concurso não é para rei momo. Miss pelada! Que valha então a cintura de Gisele Bundchen! Que beleza! Haja coração! O futebol dela é americano! A rivalidade sempre existiu no futebol porém passou por profundas transformações. Os apelidos carinhosos contribuem para a descaracterização alheia seja no time dos efeminados ou dos fedorentos. Clube massificado, clube elitizado. Dualidade ou imbecilidade? Há quem não perceba o inerente perigo de alimentar o processo. Se o amor (in)condicional é transferido ao clube do coração seu antônimo espreita enquanto o administrador da empresa refestela-se nos lucros. Nem o juiz salva, uma mala de dinheiro para cada assoprada. Cartão vermelho!</p>
<p style="text-align:justify;">A copa do mundo no Brasil é uma piada de gosto duvidoso. Onde será a abertura? Eu pago impostos e mereço que meu bairro tenha um estádio melhor que o seu! Gente diferenciada, vamos crescer ao redor do coliseu, arena na qual aplaudimos a barbárie. Queremos o desenvolvimento de nossa comunidade arquitetada pela grande empreiteira! Subam as paredes. Odeio Brecht! O Estado já era! Só tem ladrão, corrupto. Apague a luz o último politico que sair com o bolso vazio. Deixe apenas o dizimo sem esquecer de depositar na conta em Zurique enquanto permaneço inerte, frente a TV a dar risada dos velhos dribles de Pelé!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3944/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3944/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3944&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lars Von Trier persona no grata para un certain regard</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 17:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nazismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trier]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu entendo Hitler, embora compreenda que fez coisas equivocadas. Só estou dizendo que entendo o homem, não é o que chamaríamos de um bom homem, mas simpatizo um pouco com ele&#8221;. Lars Von Trier (Cannes 2011) Lars Von Trier, polêmico &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/05/19/lars-von-trier-persona-no-grata-para-un-certain-regard/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3933&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/05/trier32.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3934" title="Trier32" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/05/trier32.jpg?w=584" alt=""   /></a></p>
<p><em>&#8220;Eu entendo Hitler, embora compreenda que fez coisas equivocadas. Só estou dizendo que entendo o homem, não é o que chamaríamos de um bom homem, mas simpatizo um pouco com ele&#8221;. Lars Von Trier </em>(Cannes 2011)</p>
<p style="text-align:justify;">Lars Von Trier, polêmico diretor dinamarquês, assistiu sua reputação ruir na emissão de uma única frase – “Eu entendo Hitler”. O pensamento condenável escapou aos ouvintes e nada tinha a ver com seu último filme Melancholia, talvez a produção menos comentada de sua cultuada carreira. A ousadia fez com que o pomposo Festival de Cannes declarasse o diretor como persona non grata. Cabe aqui questionar: o erro de Trier justifica a lei da mordaça sobre qualquer opinião que faça referência ao holocausto, mesmo que tal seja totalmente equivocada? Será que a declaração de Trier, mesmo após demonstração de arrependimento e pedido de desculpas, é o único mote para tal expulsão?</p>
<p style="text-align:justify;"><span id="more-3933"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Não há como analisar a intenção de Trier, sequer julgá-lo, seu ato faz referência a um tema intocável. Evidente &#8211; o Holocausto/Segunda Guerra Mundial é a única ferida da história da humanidade ainda não cicatrizada. Talvez o atentado de 11 de setembro seja outra, mesmo não possuindo a dimensão da Grande Guerra. Trier diz ter entendido a única pessoa que ninguém tem o direito de entender – Adolf Hitler. Milhares de alemães o seguiram conhecendo ou não suas atrocidades, lutando por um ideal que imagino compreendiam e/ou compartilhavam. Diria que Ian Kershaw, biográfo do nazista, em algum momento deve tê-lo compreendido nas 1000 páginas de seu livro. Aqui compreender não significa compartilhar e/ou defender os mesmos ideais, mas sim julgar atitudes tendo por base algum conhecimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Como peixe Trier morreu pela boca ao “simpatizar” com algo abominável. Porém não seria mais lúcido discutir com o inculto diretor para que perceba quão cretinas foram suas palavras?  Qual o peso do holocausto para um dinamarquês? Muitos julgam que deveria ser equivalente à de um habitante de Israel, apesar dos distintos processos culturais e educacionais. Será que Trier aprendeu direitinho na escola que não se pode brincar com certos fatos? Kirsten Dunst parece que sim, por tal nunca saberemos se a bela ruiva nutre simpatia por algo tão nefasto. O policiamento sobre certos acontecimentos parece ter magnitude desproporcional. Milhares de tribos indígenas foram dizimadas durante a colonização portuguesa/espanhola da América Latina. Pobre índio, esquecido e sem direito a protesto. Óbvio, uma atrocidade não justifica a outra.</p>
<p style="text-align:justify;">Trier pagou um preço pela própria ignorância. Pena que sem o espaço devido para a discussão da informação não ocorra a construção do conhecimento. O que Cannes fez foi simplório se comparado ao desafio de ouvir milhares de simpatizantes não só desse canalha nazista mas de diversos outros. Ao fim é mais fácil dizer a uma criança “Não!” do que explicar as consequências de determinados atos. Vai chorar Trier, fez bobagem e vai ficar de castigo, por tempo indeterminado!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3933/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3933/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3933&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Patinho Feio Azul</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 03:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Saldanha]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>

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		<description><![CDATA[Como não se encantar com as belezas naturais do Rio de Janeiro? A alcunha de cidade maravilhosa é justificada em Rio, nova animação do abrasileirado Carlos Saldanha. A homenagem do diretor à cidade natal aparece em suas entrevistas como um &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/04/27/o-patinho-feio-azul/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3923&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/04/angry-birds-rio.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3924" title="Angry Birds Rio" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/04/angry-birds-rio.png?w=584" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Como não se encantar com as belezas naturais do Rio de Janeiro? A alcunha de cidade maravilhosa é justificada em Rio, nova animação do abrasileirado Carlos Saldanha. A homenagem do diretor à cidade natal aparece em suas entrevistas como um velho sonho de quem invadiu o hall dos principais realizadores do gênero.  Contudo um olhar mais atento e o castelo de areia desmorona apenas com as ondas de poluição da Lagoa da Tijuca. Quão importante é o desejo de um diretor perante o ávido interesse de um grande estúdio em lucrar com um produto exótico, importado de um curioso trópico, rico em beleza, aparentemente pobre em identidade. Rio é um folder colorido com imagens deslumbrantes para serem vistas de cima, da altitude dos passáros, mesmo que o principal personagem ainda seja deficiente nessa técnica.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem filmes que apresentam sua essência ideológica nas primeiras cenas. Rio começa com um amanhecer, o despertar das emplumadas aves ao som de uma canção insistentemente definida como samba, o que envergonharia até mesmo aqueles que jamais ouviram falar em Zé Keti. Na versão principal o samba envergonhado é entoado em inglês, como boa parte do filme, mesmo que o cenário seja ensolarado e propicio para o  carioquês, idioma que perdeu a importância desde que as frutas murcharam no chapéu de Carmem Miranda. Blu é o nome da principal ave, sequestrada e exportada por nós, porém salva por uma americana de bom coração. Linda é de Minessota mas estranhamente tem permissão do Ibama local para criar uma arara azul engaiolada,  aparentemente conformada ao observar a neve que cai sobre a floresta de concreto.</p>
<p style="text-align:justify;">Linda é convidada para conhecer as belezas do Rio enquanto cede a ave para um bem maior, livrar a espécie da extinção já que o par feminino reside justamente na cidade maravilhosa. Blu é um legitimo pet e se assusta com a possibilidade de migrar à um país desconhecido, principalmente, exótico. Mas tudo, aparentemente, muda quando Blu conhece Jade, ave que estranhamente se incomoda com seu encarceramento. Poderia um pássaro tão bem cuidado preferir voar por céu tão perigoso como o do Rio de Janeiro? Se nossos vizinhos desenvolvidos estão preocupados com a Amazônia, o que dizer do lucrativo tráfico de animais silvestres? Para piorar enquanto todos batem o bumbo Blu e Jade são sequestrados por dois afrodescedentes e um nordestino, fato que preocupa o casal anglo-saxão formado por Linda e Tulio. As autoridades locais são de fato inexistentes, os carros de polícia não estão espalhados pelas vielas da cidade. Entre os malfeitores uma velha cracatoa e dezenas de macacos que divertem mas invisivelmente assaltam os pobres turistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Blu corre de um lado para o outro tentando livrar-se do samba que é um misto de maracatu. Mas que nada! No final a festa irrompe pelo sambodromo em um belo desfile onde a alegoria perde pontos, talvez porque a ordem &#8220;rebola&#8221; tenha sido entoada no já desconhecido português. Não poderia ter terminado melhor para Blu, Linda e Tulio enquanto aos bandidos resta comemorar a impunidade de descer de paraquedas em pleno corcovado. Bastaria seguir o conto do patinho feio para entender a construção de Blu, a pobreza em juntar diversos personagens que valem  alguns segundos de alegria, aliados a sensação de prazer em sobrevoar um cenário tão belo como o do Rio de Janeiro, perfeito aos olhos dos politicamente corretos. A limpeza do morro foi feita, o único garoto que pende ao crime no fundo tem bom coração. Que bom que ele é como nós, não precisa assaltar para pagar o caro ingresso da sessão 3D. Imagem distorcida!</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar da critica engana-se quem acha que assistir a tal filme seja perda de tempo, talvez sejam horas essenciais para atestar a construção de uma imagem que se propaga mundo afora. Venham nos conhecer! Ainda guardamos os mistérios do século XVI. Acordamos com samba no pé! Temos carnaval onde todos literalmente dançam. O filme parece escrito por alguém que olha um cartão-postal e escreve atrás uma mensagem genérica de carinho. Esperar tanto tempo tem lá suas vantagens, uma boa soma de dinheiro e a oportunidade de fazer o filme que todo gringo gostaria de ver. Brasil misterioso! Talvez seja o tempo de Saldanha perceber que mar calmo não faz marinheiro.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arrotos.wordpress.com/3923/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arrotos.wordpress.com/3923/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3923&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Japão dirigido por Roland Emmerich</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 17:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem fenômenos da natureza que superam qualquer efeito especial. Eis o caso do tsunami provocado pelo terremoto de sexta passada no Japão. Não bastasse o forte tremor de terra com consideráveis danos à estrutura do país, as imagens cinematográficas assustam &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/03/13/o-japao-dirigido-por-roland-emmerich/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3907&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3908" title="tsunami" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/03/tsunami.jpg?w=584" alt=""   /></p>
<p style="text-align:justify;">Existem fenômenos da natureza que superam qualquer efeito especial. Eis o caso do tsunami provocado pelo terremoto de sexta passada no Japão. Não bastasse o forte tremor de terra com consideráveis danos à estrutura do país, as imagens cinematográficas assustam qualquer espectador entediado com a última safra de filmes apocalipticos. Trata-se da constatação de nossa fraqueza frente as manifestações reais. É forte a observação de uma onda que viaja a 700Km/h engolindo qualquer estrutura ou objeto em seu caminho. O país mais desenvolvido do mundo sofre com suas perdas enquanto observamos boquiabertos um desfile considerável de videos e imagens desastrosas.</p>
<p style="text-align:justify;">Na semana passada já ficara impressionado com a cena inicial de Além da Vida (Clint Eastwood, 2010), porém mais impactante fora a mesma sem efeitos especiais. O cinema dificilmente conseguiria representar a destruição do aeroporto de Sendai com a mesma carga dramática. As imagens documentadas não acompanham refrigerante ou pipoca apenas um gosto triste de impotência e tristeza. Ninguém merecia tal desastre, menos ainda um país que já se reerguera pós massacre atômico. Vale lembrar as inúmeras pessoas salvas pela tecnologia de prevenção. Sinônimo de sabedoria , o Japão voltará a ser o país das noticias avançadas após Godzilla ter invadido suas cidades como em um trágico filme de Roland Emmerich.</p>
<p style="text-align:justify;">Força Japão!</p>
<p style="text-align:justify;">Kyōsei-teki ni Nippon!</p>
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		<title>O Além de Clint Eastwood</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 20:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Além da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Clint Eastwood]]></category>

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		<description><![CDATA[A cena inicial de Além da Vida, último filme de Clint Eastwood, é uma aula para Michael Bay e seus seguidores &#8211; o efeito especial como suporte ao drama, não o contrário. O momento exato no qual  uma onda afeta &#8230; <a href="http://arrotos.com.br/2011/03/04/o-alem-de-clint-eastwood/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arrotos.com.br&amp;blog=7413870&amp;post=3882&amp;subd=arrotos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/03/hereafter-original.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3885" title="hereafter-original" src="http://arrotos.files.wordpress.com/2011/03/hereafter-original.jpg?w=584" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A cena inicial de Além da Vida, último filme de Clint Eastwood, é uma aula para Michael Bay e seus seguidores &#8211; o efeito especial como suporte ao drama, não o contrário. O momento exato no qual  uma onda afeta a vida de milhares de presentes e também ausentes, estes últimos representados pelas outras duas histórias paralelas  da produção . O ápice do filme, caracterizado pelo tsunami, banha o espectador em um universo curioso e aparentemente distante das demais obras do velho Clint &#8211; o tema espiritual nunca ficou tão evidente, assim como algumas críticas religiosas. Longe de ser o melhor filme de Eastwood, Além da Vida é um filme comum (na filmografia do autor), facilmente associado à diretores que gostam de armar teias narrativas e explorar o cinema transnacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Explorando o  máximo do drama, porém sem ser piegas, Eastwood conduz a primeira história através do pós-morte de uma jornalista francesa, vítima de uma onda que mudará o eixo de sua vida. Antes estabilizada e famosa, a moça sente-se sensibilizada pelas imagens da linha tênue que separam a vida da morte. Marie Lelay (Cecile De France) perde-se na vida profissional e amorosa, sua única esperança é decifrar o significado dos poucos minutos em que esteve morta. Tarefa dificil para um tema dominado por concepções religiosas, Marie decide então abandonar o barco em curso e começar a redação de um livro sobre o tema, o que causa mal-estar na editora francesa &#8211; como vender um livro espiritual em uma nação tão acostumada às obras de senso político-crítico?</p>
<p style="text-align:justify;">O segundo caso, talvez o mais interessante de toda a trama, envolve George Lonegan (Matt Damon), um médium que prefere esconder sua aptidão para ser &#8220;normal&#8221; como os demais que o cercam. Contundo a mediunidade de George parece não obedecer seu desejo, tornando-se um obstáculo em suas relações sociais. A começar pelo irmão do personagem que tenta convencê-lo a explorar financeiramente o que considera um dom, fato que carrega o filme de um lado ético interessante, já que posteriormente diversos charlatões serão apresentados. Com uma personalidade retraída, George parece fadado ao fracasso seja profissional ao ser demitido da fábrica em que trabalhava, seja amoroso por assustar uma traumatizada pretendente.</p>
<p style="text-align:justify;">A terceira história envolve duas crianças e a mãe, dependente química, certamente é a relação mais triste aos olhos do espectador, sensibilizado com o acontecimento que envolve uma das crianças. Por serem gêmeos, a relação funciona quase como um espelho, tragicamente partido pelo destino. Interessante a maturidade das crianças frente a dificuldade de não contar com pai e mãe durante a infância. Ambos, inicialmente autônomos, conseguem momentaneamente driblar os assistentes sociais na luta para permanecer com a mãe biológica. Alguns signos religiosos revelam críticas de Eastwood, o primeiro está na escola multietnica do garoto quando a professora pede para que tire o boné e ao fundo percebemos uma garota muçulmana usando véu. O segundo na igreja quando uma cerimônia é rapidamente encerrada para que outro culto entre em seu lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">Eastwood já havia alfinetado a igreja com seu personagem ranzinza de GranTorino. Porém, se fosse o diretor da obra conduziria-a a um final mais triste. Eastwood preferiu amarrar tudo como de costume em obras do gênero. Tal me lembrou Kieslowski na Trilogia das Cores, quando perguntado remetia à necessidade de expor como somos próximos um do outro. Eastwood o fez de maneira compacta, no mesmo filme, com uma direção segura na qual não precisa fazer muitas firulas para contar boas histórias. Ao final a certeza de que o velho cowboy já pensa além do próprio passado frente as incertezas do final da vida.</p>
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